João 20,1-9

1No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro. 2Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: “Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!”. 3Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro. 4 Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. 5 Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou. 6 Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão. 7Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte. 8Então, entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu., 9Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.


Reflexão on João 20,1-9

Inspiração - 2026-04-05 Oração diária

Nesta estranha aurora, rezamos numa escuridão que transcende o tempo, como a dos astronautas orbitando o espaço: além do pôr do sol e do nascer do sol, vislumbrando o início e o fim dos nossos dias. Recordamos aquela manhã de tirar o fôlego, quando os apóstolos viram as santas mulheres retornarem do túmulo com uma história de anjos. Um cadáver sem sangue, transpassado por uma lança, ressuscitara com uma misteriosa nova vida. Jesus cumprira Sua promessa. A morte, nossa inimiga mais antiga, fora vencida.

Quando Jesus ressuscitou Lázaro, Lázaro teve que ser libertado de suas vestes funerárias. As vestes de Jesus estão enroladas e deitadas ao lado, um reflexo de seu domínio sobre a morte. Fico parado na porta ao lado da entrada e contemplo aquele túmulo vazio. Será que consigo compreender a diferença entre esta ressurreição e a de Lázaro?